Jesus e a política – Jesus na contemporaneidade

Por: Bárbara Venturato

Para entender o que Jesus faria diante da política de hoje precisamos entender a nossa realidade e a realidade da época de Jesus.

  1. Nossa realidade

Nós estamos vivendo em um contexto politicamente tenso. O centro de tudo é o interesse próprio e isso tem devastado a humanidade. Temos um governo que não governa para o povo.

Provérbios 29:2 diz: Quando os justos florescem, o povo se alegra; quando os ímpios governam, o povo geme.

 

A crise política é evidente. Notamos diariamente este cenário problemático ao acessarmos informações na mídia. Estão nítidas a confusão instaurada e a perda de identidade da política. A crise política é anterior à crise economia, e foi uma que levou a outra, país nenhum sobreviveria economicamente em meio a tanta corrupção, cedo ou tarde entraria em um colapso financeiro.

Provérbios 29:4 diz: O rei que exerce a justiça dá estabilidade ao país, mas o que gosta de subornos o leva à ruína.

  1. Realidade da Época de Jesus

Jesus viveu em um contexto politicamente tenso. O centro de tudo era o interesse próprio. O mundo antigo era governado pelo Império Romano e a Palestina estava sob o domínio deste império, mas não era uma região totalmente submissa aos romanos e por isso vivia uma opressão. Assim, todos aguardavam as promessas das escrituras, a promessa do Messias.

Os principais sacerdotes temiam perder suas posições ao verem tamanha influência de Jesus sobre o povo.

Para os Romanos, o reino dos céus era visto como uma metáfora para a libertação popular e tal interpretação levou Pilatos a condenar Jesus à morte após um processo tumultuado pela insistência da Elite Sacerdotal de Jerusalém  que apresentava  Jesus como inimigo dos Judeus e  perigoso profeta que  ameaçava o Império Romano.

O cristianismo teve uma influência sobre o império romano desde a sua ascensão até sua queda.

Mas e o papel de Jesus? E o nosso papel? Mateus 22:15-22

Aplicações

  1. Não podemos confundir o Reino de Deus com o Estado – não podemos acreditar na utopia de que o governo trará o céu para a terra
  2. Temos responsabilidades com o Reino de Deus e com o Estado – vivemos em um país democrático, sejamos responsáveis com o nosso papel de cidadão.

Cristo é o Rei dos Reis e reinará eternamente – Devemos crer nas promessas de Deus, em João 18:36 Jesus diz a Pilatos: meu Reino não é deste mundo. Cristo fala do Reino dos céus o qual será estabelecido na sua segunda vinda e Seu Reino jamais terá fim


Bárbara Venturato

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